Por que a abstenção pode crescer em 2026?. Para teoria da escolha pública, aumento de cargos em disputa eleva custo de votar nas eleições deste ano
O que aconteceu
A teoria econômica da democracia sugere uma possibilidade pouco discutida para as eleições de 2026: a abstenção eleitoral poderá ser ainda maior do que a observada em muitas capitais brasileiras nas eleições municipais de 2024.
À primeira vista, essa hipótese parece contraintuitiva.
Afinal, eleições presidenciais costumam mobilizar mais atenção da imprensa, dos partidos e dos eleitores.
Por que importa
Os números em evidência (30%, 34,8%, 31,9%, 31,5%) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Geral.
Consequência prática
Mas a economia política mostra que a decisão de votar envolve um cálculo mais complexo do que normalmente se imagina.
Conheça o JOTA PRO Poder, plataforma de monitoramento que oferece transparência e previsibilidade para empresas Nas eleições municipais de 2024, a abstenção superou 30% em diversas capitais.
Em Porto Alegre, alcançou 34,8%; em Belo Horizonte, 31,9%; e em São Paulo, 31,5%.
Em algumas cidades, a soma de abstenções, votos brancos e nulos aproximou-se da votação obtida pelos próprios candidatos vencedores.
A teoria econômica da democracia sugere uma possibilidade pouco discutida para as eleições de 2026: a abstenção eleitoral poderá ser ainda maior do que a observada em muitas capitais brasileiras nas eleições municipais de 2024. Com base em 30%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
À primeira vista, essa hipótese parece contraintuitiva. Com base em 30%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Afinal, eleições presidenciais costumam mobilizar mais atenção da imprensa, dos partidos e dos eleitores. Com base em 30%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Mas a economia política mostra que a decisão de votar envolve um cálculo mais complexo do que normalmente se imagina. Com base em 30%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
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Em Porto Alegre, alcançou 34,8%; em Belo Horizonte, 31,9%; e em São Paulo, 31,5%. Com base em 30%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Em algumas cidades, a soma de abstenções, votos brancos e nulos aproximou-se da votação obtida pelos próprios candidatos vencedores. Com base em 30%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.